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Na rua
Um rio
Um frio
Um caminho
Uma caminhada rumo a festa
Na ida, na volta
Nas portas e brechas abertas
Nas cochias descobertas
Não era cinema
Não foi teatro
Foi um fato
Palavras ditas como pistas
Para chgar ao real objetivo
É como se tudo perdesse a eletrecidade
Sem luz nada funciona
Acumulando sensações de nervosismo
O silêncio
O não saber o que fazer
A pegada no braço
Os olhos infiltrados
Os lábios tocados
Beijos roubado, rendidos
Repetidos ...
Ninguém viu
Ninguém nem previu
Mais apaixonado
A realidade do sonho havia começado.
Rio, 19/07/2009
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